Cecília Meireles – Biografia

Cecília Meireles escritora

Cecília Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, no Rio de Janeiro. Seus pais Carlos Alberto de Carvalho Meireles e Matilde Benevides tiveram mortes prematuras: seu pai morreu três meses antes de ela nascer, sua mãe, quando ela tinha 3 anos. Cecília Meireles foi então criada por seus avós.

Em 1910 Cecília terminou o ensino fundamental na Escola Estácio de Sá e recebeu uma medalha de ouro das mãos de Olavo Bilac, o poeta. A jovem adolescente era apaixonada por livros. Ela estudou história, línguas, filosofia, temas orientais, ao longo de sua vida.

Em 1917 Cecilia Meireles se formou na Escola Normal (Instituto de Educação), e se torna professora e da continuidade a seus estudos no no Conservatório Nacional de Música. Doias anos depois ela lança seu primeiro livro de poemas, Espectros, que recebe boas criticas.

Cecilia Meireles então se casa com o artista português, Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas: Maria Elvira, Maria Matilde e Maria Fernanda.

Cecilia segue escrevendo e lança: Criança, Meu Amor (1924), O Espírito Vitorioso (1929).

Durante os anos de 1930 até 1934, ela se dedica ao jornalismo e é responsável por uma página diária sobre Educação no Diário de Notícias. Em 1934 ela se torna diretora do Instituto Infantil, no Pavilhão Mourisco. Ela cria uma biblioteca infantil. Durante este período, ela viaja para o exterior pela primeira vez. Ela visita Portugal, acompanhada do marido, a convite da Secretaria de Propaganda. Com a visita Cecilia Meireles torna-se intensamente engajado em atividades culturais em Lisboa e Coimbra e faz fortes amizades.

Em 1935 seu marido se suicida. E ela passa por dificuldades financeiras que a obrigam trabalhar mais. Ela passa a dar cursos de Técnica e Crítica Literária; em Literatura Comparada e Literatura Oriental. E passa a colaborar com vários jornais regularmente (A Manhã, Correio Paulistano, A Nação). Ela também trabalha no Departamento de Imprensa e Propaganda.

Nesta época Cecilia Meireles conhece o méico Heitor Grilo,  com quem se casa.

Ela viaja para os EUA e o México. Nos EUA, ela dá cursos de Literatura Brasileira na Universidade do Texas. No México, ela realiza conferências sobre folclore, literatura e educação. E segue escrevendo ao longo da vida.

Em 1963 Cecilia Meireles publica Solombra, seu último livro. Em 9 de novembro de 1964 Ceceilia Meireles morre e seu corpo é enterrado no  Cemitério São João Batista (Botafogo, Rio de Janeiro). Na lápide simples contém apenas seu nome e as datas 1901-1964. Em 1965 a Academia Brasileira de Literatura premiou Cecilia Meireles com  o  Prêmio Machado de Assis para o trabalho de sua vida.




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