Exercito Brasileiro – História e Imagens

Exercito Brasileiro recebeu várias reestruturações

Apesar d exercito brasileiro na última década permanecerem em seus quartéis a maior parte do tempo, compreender a sua formação, o papel histórico, a política interna e auto-percepção continua a ser importante.

Como na maioria das nações latino-americanas, o Exército Brasileiro tem sido o mais influente dos serviços por causa de seu tamanho, implantação e desenvolvimento histórico. Não só generais do exército ocuparam a presidência de 1964 até 1985, mas a maioria dos oficiais que ocupavam postos ministeriais durante esse tempo foram do exército. Em 1997, o exército totalizava 200.000 membros.

Considerando um experiência de curto prazo para os que se alistam (normalmente de nove a 10 meses), o exército tem um elevado número de recrutas: 125.000. Devido à necessidade de alfabetizados e jovens capacitados para lidar com armas modernas, o Exército tem servido como campo de treinamento para uma grande força de reserva. O seu corpo de oficiais altamente profissional serve como um núcleo em torno do qual o serviço treinado são mobilizados se necessário.

No início de 1990, o exército começou a sofrer uma mudança geracional. Os generais da década de 1990 tinham sido oficiais subalternos na década de 1960 e tinha presenciado o golpe militar em 1964. Sua visão de mundo foi moldada e influenciada pelo anticomunismo da época. Estes generais estavam sendo substituídos por coronéis que tinham entrado no exército na década de 1970 e cuja visão de mundo foi moldada por  menos ideologia e mais pelo pragmatismo.

De 1946 até 1985, o exército foi dividido em quatro exércitos numeradas: o Primeiro Exército foi centrada no Rio de Janeiro, o II Exército em São Paulo, o III Exército em Porto Alegre, e do IV Exército em Recife. Historicamente, o Primeiro Exército foi o mais politicamente significativo por causa da posição do Rio de Janeiro como capital do país até os anos 1950. O Terceiro Exército também foi importante por causa de sua fronteira comum com a Argentina e Uruguai. O Comando Militar do Planalto (CMP), que compreende o Distrito Federal e Goiás, e da Amazônia Comando da Região Militar (CMA) completou as quatro exércitos.

Em 01 de janeiro de 1986, o exército foi reestruturado a partir de quatro exércitos numeradas e dois comandos militares em sete comandos militares. A adição importante foi o Comando Militar Oeste (CMO), cujo território abrange os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e Rondônia. O exército é dividido ainda em onze regiões militares. O CMSE é formado por apenas um estado, São Paulo, e é encarregado de proteger a base industrial do país.

As mudanças foram instituídas como parte de uma campanha de modernização para tornar o exército mais bem preparado para uma rápida mobilização. A reorganização reflete unidade geopolítica do Brasil  e a crescente importância de Brasília, a Amazônia e oeste do Brasil. Em 1997 houve grandes unidades em torno de Brasília, quatro brigadas da selva, e cinco batalhões de selva.

Desde a reestruturação de 1986, o Alto Comando foi composto de sete comandantes regionais, o chefe de gabinete, eo ministro do Exército. O Alto Comando se reúne para discutir todas as questões, incluindo as de natureza política, e é responsável pela elaboração da lista de generais escolhidos pelo presidente  que serão promovidos a quatro estrelas.

 




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