Revolta da Chibata – Resumo

Revolta da Chibata aboliu o uso da chibata na Marinha brasileira

A Revolta da Chibata, que aconteceu em 1910, foi um levante de marinheiros no Rio que reivindicava o fim do uso da chibata como castigo para os oficiais da Marinha brasileira. O levante durou apenas seis dias e foi duramente reprimido.

Outra reivindicação dos marinheiros ao governo de Hermes da Fonseca era uma alimentação mais balanceada e reajustes salariais.

O estopim da rebelião foi quando o marinheiro Marcelino Rodrigues levou 250 chibatadas por te ferido um marinheiro dentro do navio de guerra Minas Gerais. Neste dia os rebelados mataram o capitão do navio e mais três militares. Enquanto isso, na Baía de Guanabara, os insurgentes conseguiram a adesão dos marujos da nau São Paulo.

Para conduzir a negociação entre marinheiros e governo esteve João Cândido, conhecido historicamente como Almirante Negro. Ele redigiu os pedidos feitos pelos marinheiros, ao presidente, para acabarem com a rebelião.

O presidente Hermes da Fonseca usou de má fé e aceitou as reivindicações, mas depois das armas serem entregues e a rebelião ter terminado, ele não cumpriu com o prometido.

Para provarem que não estavam de brincadeira os marinheiros então iniciaram um novo motim na Ilha das Cobras. O governo enviou tropas militares para conter a revolta, isso se reverteu em várias mortes, e o afastamento de vários marinheiros de suas posições. Quanto a João Cândido, foi aprisionado e atirado em um calabouço na Ilha das Cobras. Se julgamento aconteceu em 1912, e ele foi considerado inocente. Mas devido ao tempo em que ele passou trancafiado, estava emocionalmente abalado.




Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *